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quarta-feira, 18 de abril de 2012

I FÓRUM DE BICICLETAS MANAUS

O GRUPO PEDALA MANAUS PROMOVERÁ O I FÓRUM DE BICICLETAS MANAUS, NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA COM O INTUITO DE DISCUTIR SOLUÇÕES E MOBILIDADE URBANA. NÃO PERCA!

ACESSEM O SITE DO PEDALA MANAUS.

http://pedalamanaus.org/

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

I SEMINÁRIO DE CICLISMO DO CENTRO OESTE


Será discutido avanços técnicos da modalidade.  
Onde acontece: Em Brasília.
Público alvo - Profissionais de Educação Física, ciclistas, triatletas e amantes do pedal. Envie um email para seminariociclismo@semex.med.br para solicitar a ficha de inscrição. A inscrição R$ 50,00

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

22 de Setembro - Dia Mundial Sem Carros - Giro de Notícias #1


Brasileiros teriam que deixar 38,9 milhões de carros na garagem hoje

Luana Lourenço
Da Agência Brasil
Em Brasília




Para cumprir as recomendações do Dia Mundial sem Carro, os brasileiros teriam que deixar 38,9 milhões de veículos na garagem hoje (22). O número corresponde à quantidade de automóveis de passeio que trafegam no país, segundo dados de agosto do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). A frota total – que inclui motocicletas, caminhões, ônibus, utilitários, tratores e outros veículos – já supera 68,5 milhões de unidades.Passar um dia sem carro nas cidades brasileiras implica enfrentar pelo menos dois desafios: o transporte público, que não está preparado para atender à demanda com qualidade, e o planejamento nas cidades, que não privilegia a locomoção a pé ou de bicicleta.
[...]
A dependência do automóvel fica evidente nas estatísticas da frota do país, que mostram o aumento do transporte individual. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), nos últimos 15 anos, a frota de automóveis cresceu 7% ao ano e a de motocicletas, 15%.
[...]
Uma pesquisa da Rede Nossa Paulo concluiu que 60% dos paulistanos estão dispostos a deixar o carro em casa e usar o transporte público, desde que o serviço seja de qualidade. “As pessoas podem continuar comprando carro. Não é esse o problema. O problema é comprar e ter que usá-lo diariamente”, avalia Grajew.
[...]
Para o professor da UnB, que troca o carro pela bicicleta sempre que possível, a sociedade tem que pressionar o Poder Público para a mudança de foco dos investimentos em transporte. “A prioridade das políticas públicas têm sido o transporte individual, não o coletivo. Mas o fato de as pessoas começarem a experimentar o quanto é agradável andar a pé ou de bicicleta ajuda a desenvolver a crítica e elas passam a cobrar dos governos”.

Melhorar o transporte público pode reduzir emissões da frota brasileira, diz Ipea

Luana Lourenço
Da Agência Brasil
Em Brasília

Investimentos e políticas públicas que melhorem o transporte público podem ser a saída para manter os níveis de emissão de poluentes sob controle e reduzir a liberação de gases de efeito estufa da frota brasileira. A avaliação está em um comunicado do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançado hoje (22), Dia Mundial sem Carro.O estudo destaca avanços na redução gradativa do nível de emissão de poluentes da frota nacional, por meio do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve), mas avalia que os ganhos estão sob risco se não forem estabelecidas medidas que estimulem o uso de transporte coletivo e aumentem a eficiência individual dos veículos.
“Os veículos automotores produzidos atualmente poluem menos de 10% do que poluía um veículo similar da década de 1980 quando se trata de poluentes regulados pelo Proconve”, compara o estudo, em referência às emissões de poluentes como monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio, hidrocarbonetos e material particulado.
No entanto, a tendência de redução de emissão de poluentes deverá sofrer uma inflexão nos próximos anos porque as tecnologias utilizadas para esse fim já atingiram um nível alto de eficiência e pelo inevitável aumento da frota e dos congestionamentos. “Daqui para frente os ganhos serão menores”, segundo o Ipea.
Outro desafio, de acordo com o estudo, está ligado à mitigação das emissões de gases de efeito estufa pelos veículos, que crescem numa relação direta com o aumento da frota e não são reguladas por nenhum instrumento como o Proconve.
Em defesa do sistema público de transporte, o relatório aponta a vantagem dos meios coletivos em relação aos automóveis individuais e em relação às emissões de gases de efeito estufa. Mesmo que os ônibus emitam mais gases desse tipo que os automóveis, por utilizarem diesel, a quantidade de emissões é compensada pelo número de passageiros transportados.[...] o Ipea defende a aplicação de um conjunto de iniciativas que combinem ações fiscais de incentivo e restrição, medidas regulatórias e de investimento, com foco na melhoria do sistema público de transporte.


Confira algumas fotos do Dia Mundial Sem Carro:



 Manaus - O movimento Pedala Manaus e SEMDEJ prepararam uma programação especial para a data. Às 8h, os ciclistas se encontrarão no Parque dos Bilhares, onde tomarão um café da manhã. Depois, seguirão de bicicleta até a UniNilton Lins, fazendo o percurso Avenida Djalma Batista - Av. Boulevard Alvaro Maia - Av. Umberto Calderaro Filho (antiga Rua Paraíba) –Av. Perimetral I e por fim, Av. Marque de Inhambupe *. No local, será realizado um workshop, com o tema “A bicicleta como alternativa de mobilidade urbana: Potencial e desafios”.
Secretário de Esportes Municipal Fabrício Lima - Manaus




Movimento Pedala Manaus - Manaus

Esplanada dos Ministérios - BRB

Ciclovia que interliga Butatã com Cidade Universitária - SP

Esplanada dos Ministérios - BRB

Madri
Madri
Fontes: UOL e Prefeitura de Manaus


Dinara Lima

Para competir com importados, Caloi aposta em bicicleta 'com status'



'Bicicleta no Brasil sempre foi um negócio de pobre', diz executivo.
Perfil de usuário muda e empresa investe em modelos mais sofisticados.

Darlan AlvarengaDo G1, em São Paulo

A expansão das ciclovias e ciclofaixas, e o aumento do uso da bicicleta para lazer e como meio de transporte não por falta de opção, mas por escolha, já tem produzido resultados no faturamento da Caloi: a maior fabricante de bicicletas do país registrou no 1º semestre um crescimento de 40% nas vendas.
A companhia, que passou a investir em modelos mais confortáveis e sofisticados, prevê comercializar no ano 1 milhão de unidades, o que representará um faturamento em torno de R$ 300 milhões e crescimento anual de 25% no número de bicicletas vendidas.

Eduardo Musa, presidente da Caloi.

Estamos confirmando um crescimento no faturamento de 40% no 1º semestre. Devemos fechar o ano em 30% porque não temos capacidade para atender toda a demanda e porque crescer sobre a base do segundo semestre, que é maior, é muito mais difícil”, afirma o presidente da Caloi, Eduardo Musa.
A Caloi fechou o ano de 2010 com 800 mil biciletas vendidas e faturamento de 212 milhões, com alta de 15% em relação a 2009. “Somos a maior fabricante de bicicletas fora do leste asiático. Não há ninguém que produza conjuntamente 1 milhão de unidades fora da Ásia e que esteja crescendo numa taxa de 30%”, afima Musa.

Ele lembra, porém, que a companhia passou 5 anos no vermelho e só voltou para o azul em 2009. “Na verdade, o mercado alvo da Caloi é que está crescendo. Quando o mercado virou para o médio e alto valor agregado, éramos a única empresa no Brasil preparada para atender essa nova demanda, que está sendo atendida também pelo aumento das importações”, acrescenta.
Segundo o executivo, o que está ocorrendo tanto no Brasil como na China e na índia é uma mudança no perfil de quem anda de bicicleta e nos produtos que estão sendo vendidos. Ele destaca que, se por um lado aumenta a presença de ciclistas nas metrópoles, por outro cai nas pequenas cidades e nas áreas rurais o uso da bicicleta como meio de transporte.

“A balança está zero a zero. O mercado não cresce em termos de unidades”, diz Musa. “A Caloi já chegou a produzir mais de 2 milhões de bicicletas no final dos anos 80 e começo dos 90”, afirma.

Dados da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares) mostram que o mercado brasileiro, apesar de ser o 5º maior do mundo, está estagnado há mais de uma década. A associação prevê uma produção nacional de 5 milhões de unidades em 2011 - queda de cerca de 5% em relação ao ano passado. Já para as importações, a estimativa é de um crescimento de quase 100%, com um total de 480 mil unidades, contra 255 mil em 2010.
Bicicleta vira sinônimo de 'status'
“O negócio de bicicleta no Brasil sempre foi um negócio de pobre”, afirma Musa, destacando que o maior volume de bicicletas ainda está nas pequenas cidades. “Quando a pessoa sai da zona rural e vai para a cidade, ela não leva a bicicleta. Passa a usar transporte coletivo e quando ganha um dinheirinho compra moto, carro. Bicicleta [para essa pessoa] é sinônimo de pobreza”, acrescenta o executivo, lembrando que nos últimos anos entraram mais carros nas cidades do que bicicletas.
A consciência ecológica e as iniciativas de estímulo ao uso da bicicleta, entretanto, têm compensado o movimento de abandono do uso da bicicleta pelas classes mais baixas e aquecido o mercado de produtos mais sofisticados. Segundo o executivo, esse 'fenômeno' é mundial e tem feito com que a bicicleta comece a ser associada também à condição de ‘status social’.

“Quem está andando de bicicleta na ciclofaixa, indo trabalhar, não é pobre, muito pelo contrário”, diz Musa. “Antes, ter carro era sinônimo de ser rico e de país desenvolvido. Isso está mudando. Hoje, país moderno, de vanguarda, é país que anda de bicicleta”.
Para ele, o fenômeno da ciclofaixa em São Paulo ainda é muito mais de lazer do que de transporte. “Imagine a ciclofaixa funcionando de segunda a sexta. Aí sim vamos ter um boom no crescimento das vendas de bicicleta”, avalia.

Unidade CALOI - MANAUS

Foco em modelos mais confortáveis - Lançado em 2009, o segmento mobilidade já responde por 16 dos 46 modelos de bicicletas para adultos do portifólio da Caloi e tem tudo para desbancar o reinado das mountain bikes.
Com diferenciais como guidão mais alto, banco mais largo e macio, pneu liso e melhor ergonomia, o conceito busca oferecer modelos mais confortáveis e mais adaptáveis ao cenário urbano. A idéia é cada vez mais transformar as bicicletas em “desejos de consumo”. Para as festas de fim de ano, por exemplo, a Caloi prepara o lançamento de uma linha retrô.

“O foco do desenvolvimento de produtos da empresa está hoje neste modelo. O portifólio de mobilidade vem dobrando a cada ano e o das outras estão estáveis ou até caindo”, diz Musa.
A empresa não revela o número das vendas deste segmento por “razões estratégicas”. E empresa também desconversa sobre um possível oferta pública inicial (IPO) de ações. “Não comento sobre esses assuntos”, diz Musa.
A Caloi possui duas fábricas no país. A produção de produtos infantis é concentrada em Atibaia e todo o restante é feito na fábrica de Manaus. Nas fábricas da empresa são produzidos peças como rodas, canote e guidão, e trabalhos de solda de quadros. “A gente faz o chassi. Tudo que é componente é importado”, explica Musa. Os itens importados representam entre 30% e 90% do custo da bicicleta, dependendo do modelo.
A Caloi estima ter hoje 50% do market share de bicicletas posicionadas acima de R$ 300. A marca costuma ser a opção premium nos grandes magazines e praticamente a única alternativa brasileira às importadas nas lojas especializadas.
Outro fator que tem beneficiado a empresa é a mudança no preço do produto inicial. Nos últimos anos, como a elevação dos custos das peças e componentes importados, o preço mínimo mais do que dobrou nas pequenas montadoras, enquanto a Caloi, que sempre teve um preço maior, manteve seus produtos quase que no mesmo patamar. Fora isso, concorrentes como Monark e Sundown desativaram suas unidades em Manaus e praticamente desapareceram do mercado.
'Exportação zero' em 2011 - Apesar dos bons resultados, a participação da Caloi no mercado internacional ainda é quase insignificante. Em 2010, a empresa exportou cerca de 10 mil unidades. Neste ano, a empresa diz ainda não ter fechado nenhuma venda para fora.
G1 - Observe o quadro de produção 

“Eu não exportei nenhuma bicicleta até hoje, nada, é zero. Não tenho nenhum pedido ainda”, afirma Musa. “Você tem que competir com a China e é muito difícil com o dólar do jeito que está”, explica.

Já as importações de bicicletas dispararam no Brasil neste ano. Segundo a Abraciclo, de janeiro a abril foram trazidas do exterior 89.176 bicicletas, uma alta de 109% em relação às 42.742 unidades vendidas no mesmo período de 2010. A associação estima o número chegará a quase 500 mil em 2011, o que corresponderá a cerca de 10% das vendas no país.
“Em valor pode ser mais do que 20%. Por isso que eu estou bravo”, afirma Musa, que é vice-presidente da Abraciclo.


O setor encaminhou ao governo uma proposta defendendo a elevação das alíquotas de importação de bicicletas de 20% para 35%. A Caloi também está em campanha para transformar Manaus em um pólo mundial de fabricação desse meio de transporte.
A idéia é atrair para a cidade tanto mais montadoras como fabricantes de partes e componentes, hoje importados principalmente da China, e com isso tentar abocanhar parte do mercado ocupado pelos asiáticos, sobretudo no segmento de maior valor agregado. A segunda maior fabricante de bicicletas do país, a piauiense Houston, já anunciou que irá instalar uma unidade em Manaus.
"Para pegarmos um pedaço do mercado internacional, precisamos ter um cluster de produção e aumentar o tamanho de montagem, para ter escala e atrair os fabricantes de componentes", afirma Musa. “Hoje a gente não participa do mercado mundial. A gente exporta zero. Já a China exporta 55 milhões de unidades por ano”, explica Musa. 


Opinião - Em resumo, o perfil do ciclista brasileiro mudou e buscando qualidade de vida houve uma procura massante por bicicletas nos últimos dez anos, porém, nossa indústria se restringe a  CALOI que faz bicicletas populares e assim, há uma busca por importadas (Giant, Scott, Pinarello ...) Essa busca pelas importadas daria-se para enumerar vários fatores no nível de qualidade dos componentes, quadro  e qualidade do conjunto em si. 
De olho nesta mudança, afinal a CALOI atende a apenas um perfil de consumidor, tende a buscar um outro tipo de consumidor. Com o  aumento da alíquota, tenta brecar as importações e ganhar consumidores para um novo tipo de mercado que a empresa tenta abocanhar além de forçar as indústrias de componentes virem se instalar na Zona Franca de Manaus.  A Caloi, então, com uma medida, consegue dois objetivos: o mercado e o consumidor.
No final das contas, o custo ficará com os consumidores, visto que as importadas ficarão mais caras e no mercado nacional apenas temos a CALOI (vamos aguardar qual resposta o mercado dará a Soul).

Dinara Lima

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

22- Dia Mundial Sem Carro

 Dia Mundial sem Carro será comemorado nesta quinta-feira (21). A ideia surgiu na Europa e já conquistou adeptos em todo o Brasil. O movimento serve como manifesto sobre os problemas de mobilidade urbana nas grandes cidades. Além disso, o evento pretende chamar a atenção das pessoas para as alternativas de transporte que não poluam o meio ambiente.
MANAUS – Ciclistas de Manaus vão aderir ao Dia Mundial Sem Carro, celebrado nesta quinta-feira (22) em todo o mundo. O ato é uma reflexão sobre os problemas causados pelo uso intenso de automóveis como forma de deslocamento, e um alerta para o uso de meios de transporte sustentáveis. Entre as ações programadas para a capital amazonense está a “Pedalada” que pretende mobilizar cerca de 600 pessoas na Avenida das Torres, zona Norte de Manaus.
A largada acontece às 20h no cruzamento da Avenida Barão do Rio Branco com a Avenida das Torres (próximo à Escola Municipal Professor Paulo Graça).  O percurso da “Pedalada” será de 10quilômetros.


De acordo com a gerente de marketing da Rede Amazônica, empresa organizadora da ação, o evento conta com o apoio de diversos grupos de pedal de Manaus e será desenvolvido para promover alternativas para desafogar o trânsito da capital, além de incentivar a qualidade de vida e a conscientização ambiental. “A ideia é mostrar que a bicicleta é uma alternativa de transporte para o trânsito. O evento é um incentivo para as pessoas deixarem o carro em casa”, disse.
Equipes do Corpo de Bombeiros do Amazonas darão apoio aos cliclistas. Uma ambulância com dois agentes estarão no local. Além disso, pelo menos sete agentes do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização de Trânsito (Manaustrans) ajudarão na sinalização e separação das ciclofaixas.
Trânsito alterado - Durante o percurso da “Pedalada”, parte da Avenida das Torres terá o trânsito alterado. De acordo com o Manaustrans, o trecho no sentido bairro-centro da Avenida será desviado. No sentido centro-bairro, o Manaustrans destinará uma faixa para o trânsito de veículos e duas para os ciclistas.

 Fonte:



Dinara Lima

Notícias - Falta de sinalização para o uso da bicicleta em Manaus

Estamos justamente falando de espaços e sinalização  para o uso da bicicleta e acredito que agora não é hora de recuarmos. Cabe aos órgãos competentes estudarem a implantação de ciclovias e melhoria das ciclofaixas em Manaus. O uso da bicicleta não se limita apenas a quem pratica esportes. Inúmeras pessoas utilizam a bicicleta como meio de transporte e como trabalho. Bastaria as autoridades acordarem à cinco da manhã e ver quantas pessoas estão de bicicleta indo ao trabalho. Eu vejo isso todos os dias. Na Zona Leste, inúmeros trabalhadores utilizam este veículo para trabalhar. Talvez, a principal saída para estas pessoas seja a bicicleta devido ao transporte público municipal ser caótico em todos os sentidos e assim, estas pessoas elegeram a bicicleta (além do custo/benefício) uma saída para a novela do transporte público.  O fato é que a bicicleta é usada de várias formas (fitness, meio ambiente, lazer, trabalho) e precisamos manter o que foi criado a fim de buscarmos as ciclovias na  cidade de Manaus. Também saliento os benefícios da prática do ciclismo que quando executado regularmente, trás benefícios cardio-vasculares, respiratórios, força nos músculos envolvidos no ato de pedalar como os do quadríceps bem como a perda de peso visto que é uma atividade aeróbica e anaeróbica dependendo do tipo de ciclismo for utilizado. Os grupos Pedala Manaus, com 1243 membros na rede social Facebook, Jungle bike com 178 membros e o recente grupo Amigos do Pedal com 168 membros, procuram divulgar o uso da bicicleta e conseguir com as autoridades um melhor apoio bem como a logística na área do tráfego para todos utilizarem a bicicleta com segurança. Além destes grupos estima-se que umas 5 mil pessoas utilizam bicicleta não vinculada a grupos e o importante é que estes movimentos consigam divulgar a filosofia do ciclismo e  buscar saídas juntamente com os órgãos competentes uma utilização da bicicleta com segurança. Tenhamos a certeza que muitas pessoas irão migrar para o uso da  bicicleta pois acima de tudo, as pessoas querem segurança.

Leia a reportagem de Eliena Monteiro do Portal  da Amazônia:

Falta de ciclovias desestimula ciclistas de Manaus
Não há faixas na capital que sirvam como via de transporte. As poucas pistas atendem apenas ao lazer
Eliena Monteiro - portalamazonia@redeamazonica.com.br

Foto: Movimento Pedala Manaus/Divulgação
MANAUS – A bicicleta é uma alternativa de transporte capaz de melhorar a mobilidade urbana. Difícil é encontrar lugares seguros para pedalar em Manaus. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) responsabiliza órgãos e entidades executivas de trânsito federais, estaduais e municipais pela segurança dos ciclistas. No entanto, não há ciclovias na capital amazonense que sirvam como via de transporte. As poucas pistas atendem apenas ao lazer.

Quem utiliza a bike como meio de transporte contribui para diminuir a quantidade de CO2 na atmosfera e evita o estresse dos congestionamentos. A universitária Kamila Soares adora andar de bicicleta e sabe bem disso, mas não se arrisca no trânsito de Manaus. “É muito perigoso. Os motoristas pensam que a rua é só deles. Não há ciclovias nem guardas para nos proporcionar segurança”, disse.
Aos domingos, uma ciclofaixa de 2,4 Km é liberada nas intermediações da Ponta Negra, zona Oeste, mas a faixa também atende apenas ao lazer. Segundo o coordenador do Pedala Manaus, Ricardo Braga-Neto (o Saci), a via é curta e não conecta espaços. “Fazemos o percurso em cinco minutos. Além disso, essa faixa não tem função nenhuma, não liga nada a nada”, afirmou. “O investimento em ciclovias e ciclofaixas fará multiplicar o número de ciclistas que se sentirão seguros para pedalar no trânsito de Manaus”, disse.
O novo Plano Diretor de Manaus prevê a criação de ciclovias e ciclofaixas na cidade. Para o Saci, um desses pontos onde há necessidade dessa via destinada à bike é a Avenida Altaz Mirim, na Grande Circular. “É comum na zona Leste utilizar a bicicleta como transporte para o trabalho”, defendeu. De acordo com o Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb), um levantamento do órgão estuda os lugares apropriados para receber as pistas. [...]

Foto: Movimento Pedala Manaus/Divulgação
[...]
Em entrevista ao portalamazonia.com, o diretor do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans), coronel Walter Cruz, disse que dois agentes do instituto acompanham as atividades do Pedala Manaus. Em motocicletas, os agentes orientam aos ciclistas que façam apenas filas duplas e fiquem próximos do canteiro central. Ainda segundo o titular do Instituto, a Estrada do Turismo e da Ponta Negra estão entre as vias que devem receber as ciclofaixas.
Vantagens de pedalar - Se praticada de forma regular e orientada, a pedalada traz vários benefícios à saúde. De acordo com o agente de fiscalização e orientação do Conselho Regional de Educação Física da 8º Região, Tarik Nina, o exercício na bicicleta desenvolve a capacidade aeróbica (cardiovascular) do ciclista. Além de causar perda de peso e ajudar na manutenção e melhora da forma física através do ganho de força nos músculos dos membros inferiores.
Segundo Tarik, a atividade é lúdica e proporciona a melhora da saúde tanto física como mental das pessoas. “Andar de bicicleta nos lembra da infância, quando uma das melhores brincadeiras era ficar o dia passeando com os amigos, explorando novos lugares, apostando corrida, tudo isso em cima de uma ‘magrela”, disse.
Fonte da matéria - na íntegra aqui:
http://www.portalamazonia.com.br/secao/noticias/amazonas/2011/09/20/falta-de-ciclovias-desestimula-ciclistas-de-manaus/#.TnoxcIcKyLo.facebook

Dinara Lima 

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

DIA MUNDIAL SEM CARRO



O dia mundial sem carro será marcado com um passeio noturno promovido pela Rede Amazônica no dia 22 de Setembro de 2011/20h00 na Avenida das Torres com a Avenida Rio Branco.