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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Ciclismo de Pista # 2


As modalidades do Ciclismo de Pista são:


1 - Scracth - Prova de largada conjunta e o objetivo é chegar em primeiro em um número determinado de voltas.

2 - Corrida por pontos -  É a mais longa do ciclismo de pista com distância de 25 km no feminino e  40 km no masculino. A cada sprint de dez voltas, os quatro melhores posicionados recebem uma pontuação, que dobra no último sprint. O vencedor é o ciclista que somar mais pontos. É individual.

3 - Keirim - Disputada em oito voltas. Nas primeiras cinco voltas e meia, os ciclistas seguem uma bicicleta motorizada. Ela dita o ritmo do percurso até a velocidade chegar a 45 km/h e quando a mota sai da pista, os ciclistas darão o máximo nas duas últimas voltas restantes.

4 - Madison - Composta por várias equipes, de dois ciclistas cada. É de revezamento mas apenas um de cada vez está envolvido na corrida, percorrendo o mais rápido possível a parte baixa do velódromo. A torca de ciclista é chamada de "Câmbio". O ciclista que estive na parte de baixo torca de posição com o parceiro para que este prossiga pedalando. A cada volta completada, a dupla pontua vinte pontos onde a prova tem duração de 30 minutos ou uma hora e o vencedor é quem copletar o maior número de voltas. Em caso de empate, o vencedor será a equipe que somou mais pontos.

5 - Velocidade - Pedalando lentamente nos 800 metros iniciais a fim de evitar ficar à frente do adversário, para que não se dê a vantagem do vácuo. O percurso total é de 1000 metros e somente os 200 metros restantes são cronometrados. Dois atletas competem um contra o outro sendo percorrida em três voltas e é eliminatória.

6 - Velocidade Olímpica - Disputada por equipes com três ciclistas que largam em posições opostas na pista. Na primeira volta, a disputa é liderada por um ciclista, que sai da disputa quando a volta é completada. Na segunda volta, o segundo competidor assume a liderança e sai da disputa na conclusão do término do percurso. Na última volta, o terceiro competidor completa a prova. Os pontos dos três ciclistas são somados para definir a equipe campeã. Disputada apenas por homens.

7 - Contra o relógio - O ciclista larga sozinho na pista para percorrer mil metros. Mulheres correm 500 metros. Cada competidor larga em intervalos de 90 segundos.

8 - Perseguição - Em posições opostas no velódromo, os ciclistas largam no velódromo onde o atleta que  ultrapassar primeiro o adversário por primeiro vence a prova. Se a ultrapassagem não acontecer, o vencedor é aquele que completar o percurso da prova em menos tempo. A distância percorrida é 4 mil metros para homens e 3 mil para mulheres. As provas são disputadas individualmente e por equipes .


9 - Perseguição por equipes - Disputada por  componentes, que completam 14 votas. Vence a equipe que terminar primeiro a distância com três ciclistas ou aquela que ultrapassar o terceiro ciclista adversário.


10 - Quilômetro contra o relógio - Disputa individual que consiste numa corrida contra o relógio entre alinha de partida e a de chegada. Os cilistas partem em intervalos de um minuto. são mil metros para os homens e 500 metros para as mulheres.


Fonte: Bike action; www.rodafixa.blogspot.com

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Ciclismo de Pista #1

 As bicicletas utilizadas em velódromos - as pisteiras - têm características bem diferentes das bikes de ciclismo de estrada. Uma delas é o pinhão traseiro fixo, isto é, as alavancas do pedivela giram juntamente com as rodas. Não há descanso quando se pedala uma bicicleta de pista. Outra diferença é que ela não possui freios. Para frear, o ciclista aplica uma força giratória ao contrário, pedalando para trás. A corrente é mais grossa e o uso de blocagens é vetado. As rodas são fixadas com porcas de 15mm e a gancheira traseira tem a abertura voltada para trás. Em competições oficiais, o pedal deve ter travas suplementares que passam sobre a sapatilha. 
Os pneus, no geral, são tubulares, que não murcham imediatamente em caso de furo e torna assim fácil  o controle da mesma nesta situação.
Pedalar uma bike de pinhão fixo é o melhor educativo para a pedalada. Na bicicleta fixa, o ciclista faz o exercício nos 360º do ciclo da pedalada e traciona 100% ao mesmo tempo. Outra vantagem é  o desenvolvimento da potência, tanto pela aplicação da força como pela velocidade.
O sistema cardiorespiratório trabalho todo o tempo, já que é impossível para de pedalar de forma fixa. No velódromo, o exercício é perfeito, pois não há subidas nem descidas e o atleta pode trabalhar numa faixa de frequência pré-determinada.
Rodando num velódromo, as variáveis cadência, FC e velocidade são totalmente controladas durante o treino, especialmente nos treinos intervalados.

Velódromo no Rio de Janeiro
MODALIDADES - As provas de velódromo são: Scrath, Corrida por pontos, Keirin, Madison, Velocidade, Velocidade Olímpica, Contra o relógio, Perseguição, Perseguição por equipes, Quilômetro contra o  relógio.






Fonte: Bike action; www.rodafixa.blogspot.com

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

ESPECIAL MTB #4 - Estrutura da bicicleta

Bicicleta MTB é diferente da bicicleta Estrada. A MTB possui suspensão, freios a disco e mais peso, necessário para trilha. O pneu da MTB possui mais aderência ao contrário da de estrado que é fino, pressão mais alta que dá rendimento no asfalto.
Como já falamos em outros artigos, é muito importante que sua bicicleta seja adequada para seu tamanho.
Anatomicamente, sentar em uma bicicleta estrada é totalmente diferente de sentar-se em um MTB. A posição do corpo e a adaptação dos músculos nas costas é diferente, pois a distância entre os pedais é maior, as pernas ficam mais abertas por causa da largura do pedivela, freios e aderência dos pneus, mas estas diferenças não atrapalham na hora de o ciclista se adequar em uma ou em outra. Os atletas que treinam com a mountain bike em locais considerados "técnicos", repletos de single tracks e com variações no terreno são "forçados" a pedalar variando a posição na bicicleta seja em pé ou sentado, e isso é muito bom para se sentirem mais confortáveis quando estiverem pedalando nas estradas.
O ciclista que utiliza a bicicleta de estrada e a mountain bike deve ter a consciência que o posicionamento e os ajustes de ambas devem ser diferentes, pois a maneira como se pilota muda bastante.





Fábio Meira (MTB) e Alexandre Júlio (ESTRADA) - Le Tour de Paru - Manacapuru - AM























Ciclista Luciano Russo no Le Tour de Paru - Manacapuru - AM































POSICIONAMENTO DO CICLISTA NA BICICLETA DE MTB E NA DE ESTRADA


Comparando o posicionamento do ciclista de MTB e Estrada, existem diferenças cruciais, como:



O recuo de selim é ligeiramente maior nas MTB do que nas Estras por conta do formato do quadro;

A distância horizontal entre a caixa de centro do quadro até o centro do tubo da direção é maior na MTB do que na Estrada (reach). E, também por isso, as mesas (canotes de guidão) são menores nas MTB;

No ponto baixo da pedalada encontramos em média 35º de flexão na articulação do joelho para ambas as bicicletas;

O ângulo formado entre o tronco e o braço do ciclista (arm pit) é, em média, 65º para a MTB e cerca de 75º para as estradeiras;

A posição do tronco em relação ao solo, em graus, para a MTB é aproximadamente 50º, na Estrada é de mais ou menos 40º;

O ângulo formado entre a coxa do 
ciclista e o seu tronco no ponto alto da pedalada é em média 70º nas MTB e cerca de 60º na Estrada;

As mãos do ciclista estão exatamente na largura dos ombros (acrõmios) nas bicicletas de Estrada; já nas MTB as mãos ficam ligeiramente mais afastadas.




Ciclista no LE Tour de Paru - Manacapuru - AM
Ciclista de MTB Fábio Meira, da Jungle Bike no Le Tour de Paru - Manacapuru - AM


Ciclistas no Le Tour de Paru, observe o posicionamento dos ombros.





Fonte:  Estudo baseado em mais de 5 mil bikes fit, realizados pelo professor de Educação Física Marcelo Rocha da Studio Bike Fit, de Brasília. Para saber mais, acesse: www.marcelorocha.com





domingo, 23 de outubro de 2011

ESPECIAL MTB #3 - TEMPO DE TREINO PARA MELHORAR NA ESTRADA

DURAÇÃO DO TREINO - Depende de vários fatores como: fase, objetivo e grau técnico e condição física de cada um.
Atletas amazonenses na Serra do Tepeken - RR. Foto: Juliano Macanoni

Lembre-se sempre que uma mesma distância na MTB leva mais tempo para ser percorrida  do que na bicicleta de estrada, de acordo com o terreno e as dificuldades da trilha. Também, a demanda fisiológica dos gastos em calorias e esforço em um percurso de MTB será muito maior do que na bicicleta de estrada devido a variabilidade de esforço.
O tempo se  controla pelo tempo de roda girando. Pedalar 40 km pode chegar a mais ou menos 2h, com média de 20 km/h; ou até 3h, com média de 13km/h. O corpo humano não conta quilômetros mas sim o número de contrações musculares em determinado tempo de exercício.


Dificuldade do Terreno. Ciclistas amazonenses na Serra do Tepeken - RR


INTENSIDADE -  Devido ao esforço, a frequência cardíaca (FC) é maior do que se usasse a bicicleta de estrada, principalmente devido a trepidação do terreno, das variações constantes e da adrenalina nas descidas. Quando fala-se em adrenalina, não se está falando como sinônimo de emoção, mas no sentido hormonal pois a adrenalina é liberada quando há efeitos de atenção e tensão.
Segundo Polazzo a melhor forma de controlar a intensidade do treino de MTB é com um medidor de potência, que dá mais exatidão à medição de intensidade. Caso isto não seja possível, deve-se criar uma escala mental de força aplicada no pedal, perceber também a ventilação pulmonar, percepção do esforço e associar a FC.
Segundo Hugo Pradoneto, é bom praticar o MTB nos fins de semana, devido as vantagens de  se fazer um intervalo nos treinos de bicicleta de estrada, como complementação. Seria um "off season na fase de transição das  temporadas.

Ao centro, Cadu Polazzo com Thiago Aroeira (esq.) e Rubens Donizete (dir.)


Fonte: Dinara Lima CREF 1747 G/AM; VO2 Max /set/2011; http://cadupolazzo.blogspot.com/ . Cadu Polazzo é treinador de Rubens Donizete, melhor resultado na categoria elite masculina no Campeonato Mundial de MTB Cross Country 2010. (Para entender  MTB Cross Country, procure neste blog, em marcadores, CATEGORIAS e MODALIDADES); Hugo Pradoneto é preparador físico de Abraão Azevedo  http://inema.com.br/mat/idmat010689.htm

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Especial MTB #2 - 10 Motivos para experimentar

1 - RAPIDEZ MENTAL - Trilhas com single tracks (onde passa uma bike por vez) e grandes variações de relevo em alguns trechos exigem que o ciclista fique atento o tempo inteiro e esteja pronto para uma mudança de marchas. Essa preparação mental e rapidez na hora de mudar as marchas é outra característica que pode ser levada à estrada.



Grupo Jungle Bike. - Alexandre Júlio. Foto: Juliano Macanoni

Grupo Jungle Bike - Emerson Miranda. Foto: Nildo Silva

2  -  VELOCIDADE DE PERNA - Treinar MTB traz ao ciclista uma grande variabilidade de cadência. Com isso, o sistema neuromuscular é estimulado a enviar informações sobre as diferentes velocidades de perna ou tipo de esforço que o músculo precisa fazer, ou seja, a adaptação ao esforço em cada trecho torna-se mais fácil.

3 - EFICIÊNCIA NO PEDAL - As exigências da modalidade fazem o ciclista ser mais eficiente.
Trilha do Janauari - Amazonas. Foto: Nildo Silva Grupo Jungle Bike


4 - FORÇA MUSCULAR - No ciclismo de estrada, os membros superiores do corpo são menos robustos, o que contribui para melhorar a aerodinâmica e diminuir a resistência do ar. Ao mesmo tempo, um ciclista com pouca força fica mais sujeito a quebrar ossos como clavícula ou costelas com qualquer tombo. Com a MTB utilizam-se mais os braços e ombros com os constantes movimentos da parte de cima do corpo, e isso ajuda a fortalecer a região. 
O MTB requer mais habilidades nas descidas e também exige mais dos membros superiores. Grupo Jungle Bike. Na foto: Juliano Macanoni

5 - METABOLISMO ADAPTADO - Fisiologicamente as variações proporcionadas pelo MTB (desce, sobe, pedala reto, etc), ajudam a acostumar com as trocas de marcha e aceleração nas subidas, com as diferentes inclinações e intensidades, e nas descidas e planos. Assim, o metabolismo acelera e desacelera em cada situação. O atleta de MTB melhora a explosão, a força e ganha resistência.

Grupo Jungle Bike

6 - VARIAÇÃO NO POSICIONAMENTO - A postura na bicicleta de estrada é diferente da MTB. Essa mudança no posicionamento da parte de cima do corpo pode ajudar a diminuir o impacto nas costas de um atleta que por exemplo, tenha hérnia de disco. Ficar somente em uma posição, alguns músculos podem ficar fortalecidos e outros não, deixando a musculatura desajustada. A bike de MTB é muito aconselhada para o fortalecimento na fase de transição entre as temporadas. Na busca por exercícios alternativos e complementares, a MTB contribuiu para o fortalecimento, das regiões  lombar e abdominal, e para o equilíbrio da musculatura pois são utilizadas diferentes fibras musculares (célula muscular ou miócito).

Serra de Parintins, essa foto mostra a divisa do Estado do Amazonas com o Estado do Pará, o chão de piçarra vermelha é o lado pertencente ao Amazonas e o chão de areia mais branca-cinzenta é o  lado do Pará Descrição e  Foto: Nildo Silva

7 - SEGURANÇA - Devido ao trânsito perigoso em rodovias e riscos de atropelamento, a MTB é mais segura que a estrada, pois na trilha não estás prestando atenção em carros e assim o ciclista fica mais focado no pedal.


8 - TREINO DIFERENTE - Com a utilização de vários terrenos e de lindas paisagens, a mtb é uma forma de variar o treinamento bem como aliviar o estresse.


9 -  DOMÍNIO DA BIKE - Os terrenos acidentados favorecem ao ciclista de mtb um controle da bike em diversas situações.

10 - MAIS SEGURANÇA NAS DESCIDAS E  CURVAS - A MTB exige habilidade para fazer curvas e usar muito bem os freios. Não necessariamente isto quer dizer que apenas treinando descidas e curvas na MTB será suficiente  para fazer a diferença para o ciclista. É importante treinar descidas fortes e curvas também na estrada, já que cada bike tem suas particularidades



Fonte: VO2 MAX . Fotos: Nildo Silva e Juliano Macanoni - Jungle Bike

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

ESPECIAL MTB # 1 - 10 MITOS DO MOUNTAIN BIKING

1 -  NÃO USAR O FREIO DIANTEIRO - Muitos ciclistas tem medo de usar o freio dianteiro e serem lançados por cima do guidão e caírem de cara no chão. Seu peso se desloca para frente durante a frenagem, deixando o freio dianteiro até 90% responsável por retardar o conjunto. A modulação adequada de ambos os freios (apertando as alavancas de freio de modo que suas rodas diminuam a rotação, sem bloqueá-las e derrapar os pneus) é o caminho certo par reduzir a velocidade.

2 - BONS FREIOS TRAVAM AS RODAS - A bicicleta não pode derrapar com a roda traseira ou fazer nose wheelie, toda vez que tentares parar. Freios que travam pneus com facilidade não devem ser avaliados como bons pois são ruins. O poder real do freio é quando este diminui a velocidade sem travar as rodas e sem perder o contato com a pista. Falamos no item 1 da modulação do freio para uma boa frenagem, o mesmo princípio do sistema ABS (Anti-lock Braking System). Tente um freio  com uma boa pastilha para saber o real poder de frenagem.
Eduardo Boa - Manobra Nose Wheelie - Pico: Curitiba.











3 - COMPETIÇÕES DESENVOLVEM AS BIKES - Nem todas. Se as corridas de cross country fossem responsáveis pelo desenvolvimento de produtos, ainda estaríamos andando  com bikes rígidas de alumínio, com 4cm de curso no garfo, a suspensão traseira sequer teria sido introduzida e os pneus seriam semi-slick (é um tipo de pneu que tem poucos e pequenos cravos, ou mesmo nenhum no meio da banda de rodagem e bastante cravos nas laterais).

Obs.: Cross Country - Para saber mais veja nos marcadores Categorias e Modalidades


4 - QUANTO MAIS CARO, MELHOR! - Não é preciso se endividar tanto, mas tente uma bike com grupo e um bom quadro. Muitos não sabem a diferença entre uma bicicleta de 4 mil e outra de 7 mil.  Vá melhorando a bicicleta aos poucos.

5 - O UPGRAGE FICA PARA DEPOIS -  Muitas pessoas justificam a compra de um modelo de bike mais barato, assumindo que eles poderão fazer um upgrade mais tarde do garfo, transmissão e freios. Errado. É mais barato e mais inteligente comprar uma bicicleta com as peças que você quer logo na primeira vez. Os componentes que acompanham a bicicleta custam uma fração do preço se você comprá-los individualmente. É estranho, pois a economia de escala parece se aplicar a qualquer produto montado. Limite seus upgrades para peças de desgaste, como pneus, cabos, pastilhas de freio, rodas, manoplas e selins.

6 - A BIKE FOI PROJETADA PARA DURAR PARA  SEMPRE - Mito. Nada dura para sempre. A garantia vitalícia dada pelo fabricante está por trás do produto, garantindo a qualidade dele. Independente disso, você precisa cuidar da bike, sendo vitalícia ou não.

7 - 29 ERS SÃO MELHORES DO QUE BIKES ARO 26 - A única verdade é que um tamanho não é superior em desempenho que o outro, ambos com pontos fortes e fracos.

8 - ESTOU MUITO VELHO PARA INICIAR OU PRATICAR MOUNTAIN BIKING -  Sente no selim, pedale com sensatez e deixe os outros se preocuparem com a velhice.

9 - 2x10 É APENAS PARA PILOTOS DE CROSS COUNTRY - O advento do grupo 2x10 (10 velocidades no cassete e 2 coroas) foi conduzido ao mtb pelos pilotos de elite do cross country, que quase imediatamente também deixaram uma coroa de lado e, assim, montou-se o 1x10.
O 2x10 para um piloto de ponta, tem mais aceitação pelos pilots com  bikes trail. Porém, tudo depende da cadência e relação utilizadas. aos poucos, o grupo com 20 velocidades também será bem visto e aceito nos modelos trail, onde a utilização da "novidade" poderia ter acontecido mais rápido.

10 -  A SUSPENSÃO NÃO DEVE SE MOVER MUITO - A suspensão será um peso morto se você deixá-la muito rígida, que praticamente não se move - o curso é para ser percorrido. E qualquer sistema de suspensão decente precisa de SAG para funcionar corretamente (SAG é o quanto de compressão o amortecedor absorve quando você senta na bicicleta).
Se a a suspensão de sua bicicleta estiver rígida, opte por uma mola mais suave ou reduza a pressão do ar, se for o  caso. Uma suspensão bem acertada é garantia de um pedal melhor, mais controle nas curvas e melhor frenagem. E dependendo das condições da pista, podes até subir mais rápido também. 


Fonte: Revista Bike Action Ano 11 Nº 130

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Categorias e Modalidades - Categoria Ciclocross e Paraciclismo


A União Ciclística Internacional (UCI) é uma associação internacional das Federações ciclísticas nacionais, sem fins lucrativos. A sede da UCI situa-se em  Aigle, Suíça.


A UCI emite licenças para os corredores competirem, e reforça regras de disciplina, como por exemplo sobre o doping. Também administra as classificações de corridas e os pontos para a classificação em várias modalidades, incluindo mountain bike, ciclismo de estrada e BMX, ambos para homens e mulheres, amadores e profissionais. Também organiza campeonatos mundiais — em que países diferentes competem ao invés das equipes comerciais — em várias categorias e diferentes modalidades. Os vencedores dessas competições têm o direito de vestir uma camisa especial com um arco-íris no ano seguinte, e de vestir uma camisa também com um arco-íris nas mangas e na gola durante o resto da carreira. Eis mais duas categorias:

1 - Ciclocross -   É uma variedade de competição de ciclismo. Categoria criada por ciclistas europeus de estrada com a finalidade de manter o seu condicionamento físico durante o outono e inverno, período em que as provas eram raras. A bicicleta utilizada é um misto de mtb e road bike. Assista o vídeo do 1º Ciclocross Bikestore - Paredes:




2 - Paraciclismo - Englobam alguns grupos de deficiências (visual, paralisia cerebral, deficiências motoras e paralisia de pernas, onde é utilizado o hancycling, bicicleta movida a mão) O paraciclismo passou a ser disciplinado pela UCI a partir de 2007. Nesta categoria, várias modalidades das provas de estrada e de pista são disputadas. Assista esta reportagem:



Dinara Lima

Categorias e modalidades - BMX


A União Ciclística Internacional (UCI) é uma associação internacional das Federações ciclísticas nacionais, sem fins lucrativos. A sede da UCI situa-se em  Aigle, Suíça.


A UCI emite licenças para os corredores competirem, e reforça regras de disciplina, como por exemplo sobre o doping. Também administra as classificações de corridas e os pontos para a classificação em várias modalidades, incluindo mountain bike, ciclismo de estrada e BMX, ambos para homens e mulheres, amadores e profissionais. Também organiza campeonatos mundiais — em que países diferentes competem ao invés das equipes comerciais — em várias categorias e diferentes modalidades. Os vencedores dessas competições têm o direito de vestir uma camisa especial com um arco-íris no ano seguinte, e de vestir uma camisa também com um arco-íris nas mangas e na gola durante o resto da carreira.

BMX - Utilizando bicicletas com rodas de 20 polegadas de diâmetro, o BMX, possui uma modalidade  de corrida e uma modalidade de manobras.

Modalidades da BMX - 

1 - BMX Racing (corrida) - É o bicicross. Competição de velocidade, que acontece em pistas com até 350m, semelhantes às pistas de Moto Cross. Assista o vídeo da The best of BMX racing 2010-2011:




2- BMX Freestyle (manobras) - São executadas manobras em diferentes situações, tendo suas subdivisões abaixo:

  • 2.1 - Dirt Jumping - Praticado em rampas de terra, com alturas e distâncias variadas. Mistura-se manobras do bicicross com manobras do vert. Assista o vídeo de BMX Dirt Jumping:



  • 2.2 - Vert - De vertical. Praticado em rampas em formato de "U". Os competidores tendem a fazer manobras de grande dificuldade, voando o mais alto possível.
  • 2.3 - Street - Praticado nas ruas, usando qualquer tipo de obstáculo que encontra pelo caminho (escadas, corrimãos, bancos, etc). Assista o vídeo com Garret Reynolds.

Dinara Lima

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Entendendo sobre Categorias e Modalidades - Ciclismo Indoor


A União Ciclística Internacional (UCI) é uma associação internacional das Federações ciclísticas nacionais, sem fins lucrativos. A sede da UCI situa-se em  Aigle, Suíça.

A UCI emite licenças para os corredores competirem, e reforça regras de disciplina, como por exemplo sobre o doping. Também administra as classificações de corridas e os pontos para a classificação em várias modalidades, incluindo mountain bike, ciclismo de estrada e BMX, ambos para homens e mulheres, amadores e profissionais. Também organiza campeonatos mundiais — em que países diferentes competem ao invés das equipes comerciais — em várias categorias e diferentes modalidades. Os vencedores dessas competições têm o direito de vestir uma camisa especial com um arco-íris no ano seguinte, e de vestir uma camisa também com um arco-íris nas mangas e na gola durante o resto da carreira.


Ciclismo indoor -  A bicicleta é utilizada para fins artísticos ou mesclada com outro esporte.
Modalidades do ciclismo indoor: 

1 - Ciclo-ball - Idêntico ao futebol, disputado entre duas duplas e o objetivo é fazer gols com a roda dianteira e traseira.


2 - Ciclismo Artístico - Comparável com a ginástica artística ou a patinação no gelo. A competição pode ser realizada individualmente ou em pares, onde deve ser apresentado uma coreografia, com 5 minutos de duração, com música e os pontos são avaliados por uma banca julgadora, que analisa o desempenho de cada apresentação.



Dinara Lima

domingo, 18 de setembro de 2011

Entendendo Categorias e Modalidades - Prova em Pistas


A União Ciclística Internacional (UCI) é uma associação internacional das Federações ciclísticas nacionais, sem fins lucrativos. A sede da UCI situa-se em  Aigle, Suíça.
A UCI emite licenças para os corredores competirem, e reforça regras de disciplina, como por exemplo sobre o doping. Também administra as classificações de corridas e os pontos para a classificação em várias modalidades, incluindo mountain bike, ciclismo de estrada e BMX, ambos para homens e mulheres, amadores e profissionais. Também organiza campeonatos mundiais — em que países diferentes competem ao invés das equipes comerciais — em várias categorias e diferentes modalidades. Os vencedores dessas competições têm o direito de vestir uma camisa especial com um arco-íris no ano seguinte, e de vestir uma camisa também com um arco-íris nas mangas e na gola durante o resto da carreira.


Prova em Pistas - Ciclismo praticado em pistas projetadas, os velódromos. Eis as modalidades  das provas em pistas, segundo a UCI:

1 - Contra-Relógio - Existem vários estilos com duração de 1 km, 500m e 200 m. É individual onde o competidor tenta marcar o melhor tempo para a distância estabelecida.
Contra-relógio


2 - Perseguição por equipes - Disputa entre duas equipes, com quatro componentes, que partem de pontos opostos e percorrem a distância de 4km.
Perseguição por equipes: onde o ataque é a melhor defesa


3 - Perseguição Individual - Também disputada por duas equipes, mas apenas dois competidores percorrem uma distância que varia de 2 a 4 km.

4 - Sprint Olímpico - Semelhante à perseguição por equipes, disputada por equipes de 3 corredores.

Sprint Olímpico
5 -  Madison - É em revezamento entre equipes de 2 ou 3 ciclistas. Apenas um dos competidores de cada equipe pode estar na pista de cada vez. O objetivo de cada equipe é dar o máximo de voltas possíveis no tempo determinado para a prova. Assista o vídeo  da 2005 UCI Track Cycling World Championships Men's Madison :





6 -  Keirin - Aqui, 6 a 9 ciclistas participam ao mesmo tempo. Na largada eles seguem um veículo guia sem poder ultrapassá-lo até 700 metros da linha de chegada, onde começa o sprint e vence quem chegar primeiro. A distância percorrida é de aproximadamente 2 km, sendo uma prova de explosão. Assista o final do campeonato de Keirin no Japão (Japanese Championship Keirin Final):



7 - Scratch - Prova individual limitada a 24 competidores, que parte ao mesmo tempo com o intuito de chegar em primeiro. Duração da prova de 15 a 20 km.

8 - Corrida por pontos - Diversos ciclistas largam juntos para percorrer de 120 a 160 voltas. De 10 em 10 voltas são feitos sprints que valem pontos. Vence quem conseguir somar mais pontos até o final.

9 - Tandem - É uma modalidade paraolímpica. Utiliza bicicleta tandem, que é para dois ciclistas, e o condutor da frente possui visão normal, sendo este que dirige, pedala e faz as passagens da marcha; na parte de trás, vai o ciclista paraolímpico, que somente pedala. Esta bicicleta não é somente usada por paraolímpicos.

Tandem
Dinara Lima